LUIS LOUIS

MÍMICA TOTAL & ARTES DO CORPO

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LUIS LOUIS

Ator, diretor e dramaturgo com Notório Saber e Mestrado pela PUC-SP, especializou-se em Mímica e Teatro Físico na Desmond Jones School of Mime and Physical Theatre, na Inglaterra, onde viveu por cinco anos. Neste período desenvolveu uma intensa pesquisa nesta área, que incluíram diversos cursos, trabalhos e espetáculos. Foi, também, professor de mímica no Royal National Theatre e na The School of the Science of Acting em Londres. É autor do livro "A Mímica Total" - um inédito e profundo mapeamento dessa arte no Brasil e no Mundo.
É especialista em Artes Marciais, Tai Chi Chuan e faixa preta em Kung Fu pelo Templo Shaolin de Kung Fu (TSKF).

Luis Louis retornou para o Brasil em 1997 para fundar a Cia Luis Louis e trazer a proposta de uma nova posição do ator no teatro e na sociedade.

Em 1998, dirigiu e atuou em seu primeiro espetáculo de retorno ao país, “Linhas Cruzadas”. Em 1999 fez a abertura do evento Mímica em Movimento realizado no Sesc-Consolação.
Em 2000, dirigiu a atuou no espetáculo, “Selvagem”, que foi apresentado durante 3 anos por todo o Brasil. Neste mesmo ano, com parceria do Sesc-Consolação, idealizou e coordenou o evento "Reflexos de Cenas", criando um ponto de encontro entre o teatro, a dança e a performance.
De 2001 a 2009 fez a preparação corporal de vários espetáculos dentre os quais "Suburbia", "Quixote", "Cidadão de Papel", "Hamlet", "Solos do Brasil", “Metamorfose” e “Histórias de Muitos Amores”.
Em 2003, Louis fundou o Casarão do Ator, que sediou sua cia e pesquisa por dois anos. Surgiu ali o espetáculo “Brasil Deportado”, com autoria e direção sua além de dividir a atuação com a sua cia.
Em 2005 fundou o Estúdio Luis Louis - Centro de Pesquisa e Criação da Mímica Total do Brasil, que se tornou um ponto de referência desta arte inédita no Brasil e no exterior.
Ainda neste ano fez a preparação de elenco da minissérie "Hoje é Dia de Maria - 2° Jornada" na Rede Globo com os atores Rodrigo Santoro, Letícia Sabatella, Carolina Oliveira, Stênio Garcia, Osmar Prado, Ricardo Blat, Juliana Carneiro da Cunha, Daniel de Oliveira entre outros.
No início de 2006, forma, sob sua coordenação, o Laboratório de Pesquisa e Criação da Mímica Total, reunindo artistas-pesquisadores em experimentações práticas para a criação.
Em 2007 a Cia Luis Louis foi contemplada pela sua pesquisa com o Prêmio Myriam Muniz de Teatro da Funarte, com patrocínio da Petrobras.
Em 2008 realizou o 1º Manifesto da Mímica Total , um grande evento de divulgação da pesquisa, contando com 4 espetáculos inéditos: "Sistema Nervoso", "Risco de Vida", "Sintoma" e "Missão Super Hiper Importante", além de aula-espetáculo, oficina e mesa-redonda. Em 2008 sua cia foi contemplada com o Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Com isso, além de aprofundar e dinamizar a pesquisa, realizou em 2009 o 2º Manifesto da Mímica Total , com apresentação de 4 espetáculos: “650 Mil Horas”, “I´ve got a Feeling”, “Sistema Nervoso – Versão Final” e "Missão Super Hiper Importante", além de atividades como oficinas gratuitas, debate e aula-espetáculo.
Em 2011, produziu o 3º Manifesto da Mímica Total. Para esta ocasião Louis trouxe para o Brasil seu mestre Desmond Jones para a celebração de seus 20 anos de carreira.
Em 2012, produziu no Instituto Cultural Capobianco o 4º Manifesto da Mímica Total . Representou São Paulo na Mostra Internacional de Mímica em Brasilia com seu solo Falas de Um Mímico.
Em 2013, dirigiu e atuou na nova criação da cia, o espetáculo "700 Mil Horas" e realizou uma turnê pelo Brasil com seus solos: "Selvagem" e "Falas de Um Mímico". 

Em novembro de 2014 lançou o livro "A Mímica Total", de sua autoria.

Em 2014/5, fez temporada dupla em São Paulo com os espetáculos "700 Mil Horas" e  "Falas de Um Mímico".  

Em 2016, inaugurou a nova sede do Estúdio Luis Louis e realizou a Viagem Teatral  Sesi pelo interior de SP com o espetáculo 700 Mil Horas.
Atualmente coordena o Estúdio Luis Louis - Centro de Pesquisa e Criação da Mímica Total do Brasil, além de se apresentar freqüentemente com a sua cia por todo o Brasil e exterior.

LENE BASTOS

​Atriz, bailarina, dubladora e fundadora da Cia. Luis Louis . Formada em artes cênicas pelo Teatro Escola Macunaíma em 1997, especializou-se em Mímica e Teatro Físico com: Luis Louis, Desmond Jones, Fernando Vieira e Teatro do Movimento da Holanda. Integrante do Centro de Pesquisa e Criação da Mímica Total do Brasil.
Na Cia. Luis Louis atuou nos espetáculos: "Brasil Deportado", "Elas Delas Para Elas", "Revistando 2003", "650 Mil Horas", "Missão Super Hiper Importante", nesse último também como autora do texto e "700 Mil Horas".
Ainda no teatro participou de montagens sob direção de Luis Baccelli, Gerson Steves, Adriano Cipriano, tendo atuado também nos espetáculos: “Cidadão de Papel” - projeto de Gilberto Dimenstein, “Auto da Compadecida” - direção de Sebastião Apolônio, “A Mentecapta” - direção de Luís Louis.
Em 1996 integrou o grupo de teatro Unibanco na montagem “Meu Querido Falecido” - direção de Ariel Moshe.
Na TV atuou como mímica no programa "X-Tudo" da TV Cultura, participou da minissérie “Felicidade” na TV Record com direção de Arlindo Pereira e fez vários filmes publicitários e institucionais.
No cinema fez o filme infantil “O Sumiço dos Dós”, sob direção de Roberto Machado.
Como dubladora diretora de dublagem, trabalha para os principais canais de televisão, se destacando em: "Bete Atômica", "Harry e o Balde de Dinossauros", "Roary o Carrinho de Corridas", "Sid - o Cientista", "Pokémon", "H2O Meninas Sereias", "Caiul", "Evangelion", "As Super Gatinhas", "Kaleidostar", "Músculo Total", Monster High, etc…
Como produtora, é responsável por grande parte dos trabalhos da Cia. Luis Louis, entre eles: “Manifesto da Mímica Total I , II, III e IV ”, Sistema Nervoso, 650 Mil Horas, I´ve Got a Feeling, Sintoma, Risco de Vida, 700 Mil Horas, entre outros.
Na Cia. Luis Louis atuou nos espetáculos: "Brasil Deportado", "Elas Delas Para Elas", "Revistando 2003", "650 Mil Horas", "Missão Super Hiper Importante", nesse último também como autora do texto e "700 Mil Horas".
Ainda no teatro participou de montagens sob direção de Luis Baccelli, Gerson Steves, Adriano Cipriano, tendo atuado também nos espetáculos: “Cidadão de Papel” - projeto de Gilberto Dimenstein, “Auto da Compadecida” - direção de Sebastião Apolônio, “A Mentecapta” - direção de Luís Louis.
Em 1996 integrou o grupo de teatro Unibanco na montagem “Meu Querido Falecido” - direção de Ariel Moshe.
Na TV atuou como mímica no programa "X-Tudo" da TV Cultura, participou da minissérie “Felicidade” na TV Record com direção de Arlindo Pereira e fez vários filmes publicitários e institucionais.
No cinema fez o filme infantil “O Sumiço dos Dós”, sob direção de Roberto Machado.
Como dubladora diretora de dublagem, trabalha para os principais canais de televisão, se destacando em: "Bete Atômica", "Harry e o Balde de Dinossauros", "Roary o Carrinho de Corridas", "Sid - o Cientista", "Pokémon", "H2O Meninas Sereias", "Caiul", "Evangelion", "As Super Gatinhas", "Kaleidostar", "Músculo Total", Monster High, etc…
Como produtora, é responsável por grande parte dos trabalhos da Cia. Luis Louis, entre eles: “Manifesto da Mímica Total I , II, III e IV ”, Sistema Nervoso, 650 Mil Horas, I´ve Got a Feeling, Sintoma, Risco de Vida, 700 Mil Horas, entre outros.

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XEXÉU VAULÊZ

Atriz, mímica, dubladora e produtora. Formada em artes cênicas pelo Teatro Escola Macunaíma em 1999. Pesquisa a  Arte da Mímica Total com Luis Louis desde 1999. Estudou também essa arte com Laura Lucci e Fernando Vieira. Mímica Corporal Dramática com Javier Cencig e Impromímica com Fabio LIns. Atuou nos espetáculos Metábole, com direção de Giseli Ramos em 1997, Urbanalidades, texto de Luís Fernando Veríssimo com direção de Alex Capelossa. Atuou em Cala a Boca já Morreu, texto de Luís Fernando de Abreu com direção de Lineu Carlos Constantino em 1998, Terror e Miséria do III Reich, de Bertolt Brecht com direção de Luis Louis em 1999, Blackout 2020 com direção de Luis Louis em 2000, Delicadas e Perversas texto de Nilza Resende com direção de Giseli Ramos em 2002 e em 2005, Casal 20, criação coletiva com direção de Cássia Bisceglia. Participou do III e IV Manifesto da Mímica Total produzido por Luis Louis de 2010 à 2012. Desde 2014 está no elenco do espetáculo 700 Mil Horas da Cia Luis Louis.

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AIREN WORMHOUDT

Atriz, mímica, dramaturga e educadora. Iniciou seus estudos em teatro em 1996 e se formou como atriz em 2000 no Teatro Escola Macunaíma. Paralelamente à carreira artística, graduou-se em Psicologia (2006) e, posteriormente, completou sua pós-graduação em Arte Terapia (2010).

Diplomada em Mímica Total e Teatro Físico, pesquisa essa arte desde 1999, com Luis Louis. 

Durante oito anos (2008-2016) fixou residência na capital paranaense, e além da carreira de atriz, se dedicou ao universo de formação artística lecionando Interpretação Teatral, Laboratórios de Construção de Personagens, Conscientização Corporal, Psicologia do Teatro e Ética Profissional na Cena Hum Academia de Artes Cênicas, tornando-se Coordenadora Acadêmica em 2013 e compondo a equipe de regulamentação, implantação e manutenção do primeiro curso técnico de Teatro do ensino privado do Paraná.

Neste período, escreveu e dirigiu mais de 25 espetáculos no eixo Curitiba-São Paulo, tanto no eixo amador quanto profissional, além de contar com três publicações de obras dramatúrgicas pelas editoras Scortecci-SP e InVerso-PR.

Enquanto atriz realizou diversos espetáculos, sendo os principais: “Trilogia: quarto saída e elevador” em 2016, “Só(a)Você” em 2013-2014, “Entre Tantas Coisas: Um Desabafo Musical Pop” em 2012 e “Xarope pra Acabar com a Tosse” em 2010, sob direção de Humberto Gomes; “Cena HQ: Cachalote” em 2012 e “Projeto Entremundos” em 2011, ambos da Caixa Cultural, dirigidos por Luciana Barone. Também participou de importantes vivências e eventos artísticos, tais como: “Encontros Possíveis” – edição 2014, compreendendo palestras ministradas por Eugenio Barba, Julia Varley e João Brites, facilitadas pela Cia Pessoa de Teatro na Chapada dos Guimarães e Master Class com Felipe Hirsh ministrado no ACT – Espaço Cênico em Curitiba/PR em 2009. 

IVAN ALVES

 

Diplomado em Mímica Total e Teatro Físico com Luis Louis. É Músico autodidata desde os 13 anos, toca piano, violão, contra baixo, bateria, pandeiro e escaleta. Cantor em diversos corais no estado do Rio, tais como coral da FAETEC (Fundação de Apoio à Escola Técnica) e Mawaca músicas indígenas. Como professor de música participou do projeto "Mais Educação" ministrando aulas para alunos da rede municipal de Cabo Frio, Buzios e Arraial do Cabo nos anos de 2012 até 2016, período no qual denvolveu o trabalho de canto coral aplicando a ciranda de roda, jongo, maracatu, percussão corporal e fabricação de instrumentos com materiais reciclados. Participou da fundação da primeira bateria da escola quilombola da Rasa (bairro quilombola de Buzios). Com o projeto "Mais Cultura", também do Governo Federal e junto ao Instituto Federal Fluminense, realizou com crianças e adolescentes, na faixa etária dos 12 a 19 anos uma adaptação musical do auto do trabalhador do poeta “Patativa do Assaré”. No Espaço Cultural LD em Cabo Frio, foi professor de canto coral e também fez a preparação musical dos alunos para os espetáculos “Felizes para sempre” e “Romeu e Julieta, um estudo musical”, ambos premiados como melhor espetáculo no Festud Cabo Frio. Junto ao grupo Creche na Coxia de Cabo Frio – RJ pesquisou o uso da máscara teatral para treinamento de ator. Permaneceu no grupo por 5 anos e lá desenvolveu além da função de ator e professor, as funções de assistência de direção musical (composições e treinamentos musicais dos atores), além de confeccionar as máscaras e bonecos utilizados nos treinamentos, oficinas e adereços cênicos.

Atualmente dirige a banda dos Mímicos do Curso Diploma em Mímica Total e Teatro Físico e é orientador musical no Laboratório da Mímica Total do Estúdio Luis Louis.

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QUEM SOMOS